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domingo, 10 de agosto de 2014

Produtos Ecológicos Para Construção

Hoje em dia, é cada vez mais importante cuidar da natureza. Isso por que o planeta vem sofrendo com os abusos cometidos pelo homem e há muito já se fala sobre o quanto é importante buscar alternativas para cuidar da natureza e poluir menos. Já se tomaram medidas para que carros movidos a combustível poluam menos, buscando também utilizar biocombustíveis como o Etanol e a volta dos carros elétricos, que já eram muito utilizados na época dos bondes, mas que se perderam no tempo para a lucratividade do petróleo.
E não é só nos carros que a sociedade está procurando alternativas mais conscientes. Nós também estamos procurando utilizar materiais biodegradáveis. Roupas feitas de matérias que se decompõem mais rápido, passando menos tempo poluindo o solo. Embalagens feitas de materiais biodegradáveis. Sacolas ecológicas, que a cada dia ganham mais espaço nos carrinhos de compra dos clientes de supermercado. Isso por que, há muito tempo a sociedade vinha se acostumando a utilizar materiais que levam centenas, quando não milhares de anos para se decompor e terminavam por contaminar os solos e lençóis freáticos.
Mas não é só na roupa que vestimos e no carro que dirigimos que devemos poluir menos. Quando se pensa em construir uma casa, hoje em dia, cada vez mais se cogita na idéia de utilizar materiais ecologicamente corretos. Além de ajudar o planeta, a longo prazo, vários desses materiais podem trazer benefícios e te fazer economizar mais na hora de construir sua casa. E foi pensando nisso, que hoje trouxemos pra você uma pequena lista de sugestões de materiais que você pode utilizar para construir uma casa mais consciente com o meio ambiente.
Vamos começar pelo telhado, você pode usar as telhas ecológicas, que custam entre R$29 e R$31, ou usar cumeeiras universais que custam entre R$35 e R$39. Outra boa idéia, para deixar sua casa bem ventilada e ajerada são as telhas para ventilação que custam cerca de R$145. Outra forma de economizar é no aquecimento da sua casa. Pra você que morar num lugar frio e quer tomar um banho quentinho antes de dormir, sem gastar com energia elétrica você pode usar os materiais para aquecimento solar, como o coletor de energia solar da CSA, que custa cerca de R$416, também pode esquentar sua água com o aquecedor solar Belosol, de capacidade de 200L e voltagem 127V, que custa cerca de R$869. Outros coletores solares como o CLVH 1.03 LX e o CLVG 1.50 LX, que custam entre R$303 e R$443. Um reservatório solar de baixa pressão com capacidade para 300 Litros, LX, bivolt, também é uma boa idéia, custa cerca de R$1.433.
A parte hidráulica da sua casa também é importante e existem diversos produtos ecológicos para essa parte da construção sustentável. Um chuveiro Anti-Vandalismo Pressmatic da Docol custa cerca de R$179, e um misturador Monocomando para Lavatório de Mesa, da mesma marca, custa cerca de R$614. Também da Docol são as torneiras de parede compacta e a válvula para mictório Crome, que custam R$182 e R$202, respectivamente. Também estão disponíveis a torneira eletrônica de bancada da Fabrimar, que custa cerca de R$586, e a válvula para mictório com senso eletrônico, da Docol por R$1272. Você ainda pode aproveitar o sol na iluminação da sua casa. As luminárias solares variam, desde as de jardim, que custam R$84. a de Led, por R$255, ou borboleta e a libélula, ambas por R$51. O piso permeável Oterprem também pode ser bom. E custa pouco. A partir de R$1,10 os retangulares ou de 16 faces, até R$11, a guia leve de pavimentação.
Ao usar produtos ecológicos você vai ficar com a sua consciência limpa e garantir que você está fazendo o bem pela natureza, além de economizar bastante. O que você está esperando? Incremente já esses produtos na sua construção e viva bem!
 
produtos ecologicos para construcao Produtos Ecológicos Para Construção

domingo, 3 de agosto de 2014

Japão batiza ilhas em zona disputada com a China

O Japão batizou cerca de 160 pequenas ilhas situadas no limite de suas águas territoriais no Mar da China oriental, incluindo um pequeno grupo que faz parte de um arquipélago reivindicado pela China.

Cinco destas ilhotas integram o arquipélago de Senkaku, controlado por Tóquio, mas que a China reivindica sob o nome de Diaoyu.

As relações entre Pequim e Tóquio, as duas maiores potências da Ásia, se deterioraram desde o final de 2012 devido a esta disputa territorial, mas também por divergências históricas.

As ilhas Senkaku/Diaoyu, nacionalizadas pelo Japão em setembro de 2012, estão situadas 200 km a nordeste de Taiwan, que também as reivindica, e 400 km a oeste de Okinawa (sul do Japão).
 Fonte: Site Terra

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CPFL Energia investe em pesquisa para viabilizar rede de recarga para carros elétricos

A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, realiza um estudos para desenvolver sistemas de abastecimento de veículos elétricos na cidade de Campinas. O Programa de Mobilidade Elétrica visa, nos próximos cinco anos, viabilizar a utilização de veículos elétricos em frotas empresariais.Realizado no âmbito de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o programa prevê a instalação de 100 pontos de recarga de automóveis elétricos. Segundo Vinícius Teixeira, gerente de inovação da CPFL Energia, a fase inicial do programa receberá R$ 6,5 milhões em investimentos, entre veículos e infraestrutura. “O recurso investido pode aumentar chegar a R$ 25 milhões até o final do programa”.

O programa conta com dois novos veículos Z.E. (Zero Emissão), adquiridos recentemente da Renault. O Zoe, um hatch compacto para quatro pessoas e autonomia superior aos 210 quilômetros e o Kangoo Z.E  o primeiro furgão 100% elétrico do mercado.

Além da Renault, a CPFL Energia conversa com outras empresas privadas e agentes do setor público para estabelecer parcerias. “A organização que queria entrar com o participante do programa pode adquirir os seus próprios veículos ou utilizar a frota disponibilizada pela pesquisa, entrando assim como co-financiadores. Eles receberão todas as informações, os estudos e capacitação para incluir os veículos elétricos como parte da frota”, comenta Teixeira.
 
 
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Fonte: Site Revista Sustentabilidade

sábado, 4 de janeiro de 2014

Arranha-céu terá uma fazenda eólica para gerar energia

Um arranha-céu será construído em Jacarta, na Indonésia, para abrigar a sede da Pertamina, uma empresa estatal de energia. Mas, ao invés de erguer só mais um prédio, com quase 100 andares e 500 metros de altura, a companhia teve uma ideia brilhante: criar uma torre capaz de gerar sua própria energia.

De acordo com o escritório de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill LLP (SOM), esse é o primeiro prédio pensado para produzir a energia que ele mesmo irá consumir. No teto do edifício haverá uma espécie de funil, que vai captar o vento e levá-lo para uma série de turbinas eólicas verticais, capazes de gerar energia.
A empresa, segundo o site da Fast Company, também estuda a possibilidade de usar energia geotérmica, tipicamente aproveitada pela Indonésia, por conta da sua cadeia vulcânica.

A super torre da Pertamina é o centro de um complexo empresarial sustentável, que vai abrigar mais de 20 mil trabalhadores, quando estiver concluído em 2020. Esse "campus vibrante", como chamam os arquitetos, também contará com outros prédios menores cobertos por painéis solares – entre eles, um auditório para shows e uma mesquita pública.

Ao mesmo tempo em que se preocupa em gerar energia, o arranha-céu foi concebido também para economizá-la. Assim, a fachada curva da super torre terá um mecanismo que vai mitigar o calor do sol, projetando sombras no ambiente de trabalho e diminuindo, por exemplo, o uso do ar-condicionado.

Fonte: Exame 


domingo, 8 de dezembro de 2013

Water footprint

Você já ouviu falar sobre pegada ecológica da água? Ou pegada hídrica? Ou Water footprint?

Todos esses termos citados referem-se à mesma definição.

De acordo com o a organização Water Footprint Network, pegada ecológica da água, pegada hídrica ou water footprint nada mais é do que “um indicador do uso da água que analisa seu uso de forma direta e indireta, tanto do consumidor quanto do produtor. A pegada hídrica de um indivíduo, comunidade ou empresa é definida como o volume total de água doce que é utilizado para produzir os bens e serviços consumidos pelo indivíduo, comunidade ou produzidos pelas empresas”.

Ainda com base nas informações da Water Footprint Network, os pesquisadores Hoekstra e Mekonnen, da Universidade de Twente, Holanda, conseguem estimar a pegada hídrica de cada nação e setor econômico. O estudo revela como os diferentes produtos e nações contribuem para o consumo e a poluição da água doce em todo o mundo. As descobertas podem ajudar os governos a estabelecer políticas para a produção e consumo de commodities, destinadas a gerir as fontes de água doce do planeta finitas de forma mais eficaz.

Você sabe quantos litros de água são necessários para produzir um copo, 250 ml, de cerveja?

De acordo com a Water Footprint Network, a pegada hídrica da cerveja é de 75 litros de água para cada copo, 250 ml, da bebida.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Biodiesel

Qual a ligação entre o azeite de dendê, óleo muito apreciado na culinária brasileira, e uma locomotiva? A resposta passa pelos investimentos da Vale em tecnologia e por nosso compromisso com a sustentabilidade, fatores que deram origem à Biopalma: nossa empresa, em sociedade com o Grupo MSP. 

Desde junho de 2012, a Biopalma está operando sua primeira usina extratora de óleo do fruto do dendezeiro. Com esse óleo, a partir de 2015, a Vale produzirá o biodiesel, a fim de utilizar o B20 - mistura que leva 20% de biocombustível e 80% de diesel comum. Vamos abastecer, assim, locomotivas e equipamentos utilizados em nossas operações no Brasil. 

A decisão de investir na produção de biodiesel faz parte da estratégia da Vale de diversificar a matriz energética e ser um agente de sustentabilidade global. 
Fontre: Site Vale

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

McDonald´s em Singapura ganha telhado verde

Um novo McDonald´s em Singapura tem um visual diferente. Instalado em uma parque local, o restaurante ganhou um telhado verde para se integrar no ambiente natural que o circunda e também para devolver o espaço verde que foi perdido quando o restaurante foi construído.

Projetada pela firma de design OngOng, a estrutura possui a forma de cogumelo para facilitar a drenagem do excesso de água da chuva. Além de melhorar a estética, o ecotelhado age como isolante térmico, mantendo a temperatura sempre agradável no interior e ainda reduz o consumo de energia.

Alguns toques de design colocam a natureza no centro da experiência no local, como o layout mais fluído e orgânico da área de alimentação e o espesso exército de árvores de bambu que contornam o acesso ao banheiro.

O projeto do McDonald´s em Singapura segue uma tendência mundial. Cada vez mais, os ecotelhados ou telhados verdes ganham adeptos. Países como Alemanha e Suíça já exigem que parte dos edifícios novos tenham coberturas vegetais.

Nos Estados Unidos, a prática de jardinagem dá vez ao cultivo agrícola no topo dos prédios. De Manhattan ao Brooklyn, as hortas verticais se multiplicam, produzindo vegetais, frutas e hortaliças.

McDonald´s em Singapura ganha teto verde